
Apresentação dos Dragões da Independência no desfile de 7 de Setembro de 2008 na Esplanada dos Ministérios. Em 1808, a sede do governo português foi transferida de Lisboa para o Rio de Janeiro. Convencido, o Príncipe Regente D. J oão, de que não se podia ter um Exército forte sem uma potente Cavalaria, e que, para bem guarnecer a sede do governo, havia urgência de se ter uma tropa capaz de perseguir e destroçar o inimigo no caso de um desembarque, resolveu criar, em 13 de maio de 1808, um corpo de cavalaria, a quem deu a denominação de 1º Regimento de Cavalaria do Exército. O Regimento esteve presente no Grito do Ipiranga por intermédio de elementos do então 1º Regimento de Cavalaria do Rio de Janeiro, Guarda de Honra do Príncipe D. Pedro, em sua viagem à cidade de São Paulo, em setembro de 1822. Pedro Américo, no quadro Grito do Ipiranga, representou esses belos cavaleiros saudando o Imperador do Brasil, no momento culminante da nossa Independência, nas margens do Riacho Ipiranga. O cavalo tornou-se célebre. Presenteado posteriormente ao Regimento, deixou de ser montado até a data de sua morte, a 28 de fevereiro de 1904. Enterrado no picadeiro do Regimento, teve sobre a sepultura uma coluna de granito e cimento sustentando em mármore os seguintes dizeres: nº 6 do 1º Esquadrão, montada do General Deodoro a 15 de novembro de 1889. Por este motivo, a montada do Comandante do Regimento, tradicionalmente, é, e sempre será, um cavalo baio de número 6. ]APRESENTAÇÃO DO EXÉRCITO <b>...</b>
DESFILE
DE
SETEMBRO