Canção Artilharia Antiaérea


Canção Artilharia Antiaérea Somos nós a potência antiaérea, Que domina a amplidão dos espaços. Sobre as hostes da altura sidérea, Retalhamos os céus de estilhaços. Muito acima das altas montanhas, A impedir que o inimigo desponte. Vedaremos a que asas estranhas, Tragam sombras ao nosso horizonte. Tributários de sangue e de vida, Nós seremos nos graves momentos Sentinelas dos ares atentos, Em defesa da Pátria querida! Nós herdeiros de velhas bravuras, Cultivamos ambições, as mais sãs, Conduzindo o fogo as alturas, Em auxílio das asas irmãs. Destemido os afeitos da guerra, Lutaremos com alma viril! Defendendo a bandeira que encerra Toda a glória imortal do Brasil, Tributários de sangue e de vida, Nós seremos nos graves momentos Artilheiros dos ares atentos, Em defesa da Pátria querida!


Canção Artilharia Antiaérea

Canção da Artilharia de Costa


Pela costa dos mares profundos, Ou dos rios às margens floridas, Afrontando tufões iracundos, Impassíveis às águas subidas, Sentinelas da Pátria querida, Nossa vida é guardar sua vida. Não tememos a fúria do mar Nem canhão, nem aéreo torpedo, Quem defende o Brasil não tem medo E só tem um dever: é lutar! E na costa a lutar os primeiros Somos nós, somos seus artilheiros! O telêmetro pronto, a luneta Em constante visada pro o mar, E da alça na estreita cruzeta Vigilante o pregado o olhar A um sinal de corneta ou de mão Preparado para a luta o canhão. Não tememos a fúria do mar Nem canhão, nem aéreo torpedo, Quem defende o Brasil não tem medo E só tem um dever: é lutar! E na costa a lutar os primeiros Somos nós, somos seus artilheiros! Se o clarão do holofote investiga Do setor todo o campo a bater, E descobre uma nau inimiga Nos comanda uma voz: guarnecer! E das bocas de fogo inflamadas Sibilando se vão as granadas.


Artilharia Costa