
Um Esqueiro, um cachimbo, e uma pedra, O menino acendeu. Lá se vai sua inocência,a delinqüência agora o dominou. Amigo, eu não acreditei, ao te ver assim. Você é só mais um dos muitos, que morreram em vão, Pensando ser ladrão, com um tiro no coração. Volta Lembra da nossa infância, Lembra de Deus. O pacto sagrado que você e eu juramos Só amar (só amar), nosso Deus (nosso Deus). Mas o tempo não para menino, não pensa amigo, Que cresceu, e se esqueceu de Deus. O pacto foi quebrado, Eu vi o moleque bem louco ligado Um maluco se Pá ! Ele já não pensa... Suas idéias já não constam, Seus amigos se afastam, ele não sorri. Se os nóias te chamarem não vá, Resgata, sua vida, sai fora. Não num caminho triste. Não vá, não vá. Que tal se falarmos de Deus, Que não deve ser esquecido. A verdade, o motivo, a razão, pelo qual estamos vivos, Não vire, não dê as costas, não baixe a sua cabeça, Agindo desta forma, mostrará sua fraqueza. Um dominado, viciado, escravo da droga. Entrou de embalo, vacilou, pensando que era moda. Talvez um dia tenha sido, hoje é obsessão. O maluco viaja naquela overdose, Até estourar a veia do teu coração. Procuro a solução, eu quero é sobreviver. Eu também quero queimar uma guiba, cheirar uma coca, Eu não consigo me conter. Você se lembra quando me dizia?: Cuida da sua vida, e vê se deixa a minha. Hãm... vida? Que vida é essa irmão? Vida de cão, vira lata caminha sozinho na noite Aqui, sem dono na escuridão, Correndo atrás de pó, Fugindo do crack PA. Você se <b>...</b>
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