Erro no final do fantástico deixa Zeca Camargo falando sozinho 18/03/12

Uma falha técnica marcou o final do "Fantástico" deste domingo (18), na Globo. O apresentador Zeca Camargo falou sozinho durante alguns segundos devido a um erro no áudio do programa. O jornalista chamou uma matéria, mas para a sua surpresa nada foi exibido ea tela ficou preta por alguns segundos. Como o problema não foi resolvido de imediato, Zeca anunciou o fim do jornalístico. Enquanto os créditos apareciam na tela, o apresentador continuou falando com os telespectadores, mas nada se ouvia já que a equipe havia tirado o som do estúdio. As pessoas apenas podiam ver Camargo mexendo os lábios, mas sem nenhum áudio. A falha continuou e quando o jornalista passou a olhar para outra câmera, o problema no som continuou, eo "Fantástico" foi encerrado de forma bem diferente. No Twitter, o nome de Zeca Camargo chegou rapidamente aos Trending Topics como um dos assuntos mais comentados do momento, sendo alvo de piadas na rede social: "Deram um 'cala boca' no Zeca", escreveu um usuário.
Zeca Afonso - Canção de Embalar

Zeca Afonso - Canção de Embalar Dorme meu menino a estrela d'alva Já a procurei e não a vi Se ela não vier de madrugada Outra que eu souber será pra ti ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô (bis) Outra que eu souber na noite escura Sobre o teu sorriso de encantar Ouvirás cantando nas alturas Trovas e cantigas de embalar Trovas e cantigas muito belas Afina a garganta meu cantor Quando a luz se apaga nas janelas Perde a estrela d'alva o seu fulgor Perde a estrela d'alva pequenina Se outra não vier para a render Dorme quinda à noite é uma menina Deixa-a vir também adormecer
Zeca Afonso - Grândola, Vila Morena

Zeca Afonso - Grândola, Vila Morena Grândola, vila morena Terra da fraternidade O povo é quem mais ordena Dentro de ti, ó cidade Dentro de ti, ó cidade O povo é quem mais ordena Terra da fraternidade Grândola, vila morena Em cada esquina, um amigo Em cada rosto, igualdade Grândola, vila morena Terra da fraternidade Terra da fraternidade Grândola, vila morena Em cada rosto, igualdade O povo é quem mais ordena À sombra duma azinheira Que já não sabia a idade Jurei ter por companheira Grândola, a tua vontade Grândola a tua vontade Jurei ter por companheira À sombra duma azinheira Que já não sabia a idade
Zeca Baleiro - Babylon

from "Líricas" (2000). Baby, I'm so alone Vamos pra Babylon! Viver a pão-de-ló E Möet Chandon Vamos pra Babylon! Vamos pra Babylon!... Gozar Sem se preocupar com amanhã Vamos pra Babylon Baby! Baby! Babylon!... Comprar o que houver Au revoir ralé Finesse s'il vous plait Mon dieu je t'aime glamour Manhattan by night Passear de iate Nos mares do pacífico sul... Baby, I'm alive like A Rolling Stone Vamos pra Babylon! Vida é um souvenir Made in Hong Kong Vamos pra Babylon! Vamos pra Babylon!... Vem ser feliz Ao lado deste bon vivant Vamos pra Babylon Baby! Baby! Babylon!... De tudo provar Champanhe, caviar Scotch, escargot, Ray-Ban Bye, bye miserê Kaya now to me O céu seja aqui Minha religião é o prazer... Não tenho dinheiro Pra pagar a minha yoga Não tenho dinheiro Pra bancar a minha droga Eu não tenho renda Pra descolar a merenda Cansei de ser duro Vou botar minh'alma à venda... Eu não tenho grana Pra sair com o meu broto Eu não compro roupa Por isso que eu ando roto Nada vem de graça Nem o pão, nem a cachaça Quero ser o caçador Ando cansado de ser caça... Não tenho dinheiro Pra pagar a minha yoga Não tenho dinheiro Pra bancar a minha droga Eu não tenho renda Pra descolar a merenda Cansei de ser duro Vou botar minh'alma à venda... Eu não tenho grana Pra sair com o meu broto Eu não compro roupa Por isso que eu ando roto Nada vem de graça Nem o pão, nem a cachaça Quero ser o caçador Ando cansado de ser caça... Ai, morena! Viver é bom Esquece as penas Vem morar comigo Em <b>...</b>
FANATISMO - FAGNER E ZECA BALEIRO

FANATISMO Composição: Florbela Espanca Minh' alma, de sonhar-te, anda perdida Meus olhos andam cegos de te ver Não és sequer a razão do meu viver pois que tu és já toda minha vida Não vejo nada assim enlouquecida... Passo no mundo, meu amor, a ler No misterioso livro do teu ser A mesma história, tantas vezes lida! Tudo no mundo é frágil, tudo passa... Quando me dizem isto, toda a graça Duma boca divina, fala em mim! E, olhos postos em ti, digo de rastros: Ah! podem voar mundos, morrer astros, Que tu és como um deus: princípio e fim!... Eu já te falei de tudo, mas tudo isso é pouco, diante do que sinto.
Zeca Afonso - Cantigas de Maio

Mais uma musica linda do Zeca. ----------------------------------- Eu fui ver a minha amada Lá p'rós baixos dum jardim Dei-lhe uma rosa encarnada Para se lembrar de mim Eu fui ver o meu benzinho Lá p'rós lados dum passal Dei-lhe o meu lenço de linho Que é do mais fino bragal Minha mãe quando eu morrer Ai chore por quem muito amargou Para então dizer ao mundo Ai Deus mo deu Ai Deus mo levou Eu fui ver uma donzela Numa barquinha a dormir Dei-lhe uma colcha de seda Para nela se cobrir Eu fui ver uma solteira Numa salinha a fiar Dei-lhe uma rosa vermelha Para de mim se encantar Minha mãe quando eu morrer Ai chore por quem muito amargou Para então dizer ao mundo Ai Deus me deu Ai Deus me levou Eu fui ver a minha amada Lá nos campos eu fui ver Dei-lhe uma rosa encarnada Para de mim se prender Verdes prados, verdes campos Onde está minha paixão As andorinhas não param Umas voltam outras não Minha mãe quando eu morrer Ai chore por quem muito amargou Para então dizer ao mundo Ai Deus me deu Ai Deus me levou
Zeca Baleiro - Lenha

ZECA BALEIRO na VIRADA CULTURAL SÃO PAULO 2009- Eu não sei dizer O que quer dizer O que vou dizer Eu amo você Mas não sei o quê Isso quer dizer... Eu não sei por que Eu teimo em dizer Que amo você Se eu não sei dizer O que quer dizer O que vou dizer... Se eu digo: Pare! Você não repare No que possa parecer Se eu digo: Siga! O que quer que eu diga Você não vai entender Mas se eu digo: Venha! Você traz a lenha Pro meu fogo acender Mas se eu digo: Venha! Você traz a lenha Pro meu fogo acender... (Bis)
Zeca Afonso - Vejam Bem

Zeca Afonso - Vejam Bem - Cantares de Andarilho (1968) Vejam bem que não há só gaivotas em terra quando um homem se põe a pensar quando um homem se põe a pensar Quem lá vem dorme à noite ao relento na areia dorme à noite ao relento no mar dorme à noite ao relento no mar E se houver uma praça de gente madura e uma estátua e uma estátua de de febre a arder Anda alguém pela noite de breu à procura e não há quem lhe queira valer e não há quem lhe queira valer Vejam bem daquele homem a fraca figura desbravando os caminhos do pão desbravando os caminhos do pão E se houver uma praça de gente madura ninguém vem levantá-lo do chão ninguém vem levantá-lo do chão Vejam bem que não há só gaivotas em terra quando um homem quando um homem se põe a pensar Quem lá vem dorme à noite ao relento na areia dorme à noite ao relento no mar dorme à noite ao relento no mar
Zeca Baleiro - Tem que Acontecer

Extraído do DVD Zeca Baleiro Líricas Lançamento 2005 Distribuidora - Universal Music Tem Que Acontecer Composição - Sérgio Sampaio Não fui eu nem Deus não foi você nem foi ninguém Tudo o que se ganha nessa vida é pra perder Tem que acontecer Tem que ser assim Nada permanece inalterado até o fim Se ninguém tem culpa não se tem condenação Se o que ficou do grande amor é solidão Se um vai perder outro vai ganhar É assim que eu vejo a vida e ninguém vai mudar Eu daria tudo Pra não ver você cansada Pra não ver você calada Pra não ver você chateada Cara de desesperada Mas não posso fazer nada Não sou Deus nem sou Senhor Eu daria tudo Pra não ver você chumbada Pra não ver você baleada Pra não ver você arreada A mulher abandonada Mas não posso fazer nada Eu sou um compositor popular Eu daria tudo Pra não ver você zangada Pra não ver você cansada Pra não ver você chateada Cara de desesperada Mas não posso fazer nada Não sou Deus nem sou Senhor Eu daria tudo Pra não ver você chumbada Pra não ver você baleada Pra não ver você arreada A mulher abandonada Mas não posso fazer nada Sou só um compositor popular
Skap - Zeca Baleiro

all pics by joan miró =) pois toda essa beleza que te veste vem de meu coração, que é teu espelho o meu bem é bem melhor que tudo posto quando você pinta tinta nessa tela cinza quando você passa doce dessa fruta passa quando você entra mãe-benta amor aos pedaços quando você chega nega fulô boneca de piche flor de azeviche você me faz parecer menos só menos sozinho você me faz parecer menos pó menos pozinho quando você fala bala no meu velho oeste quando você dança lança flecha estilingue quando você olha molha meu olho que não crê quando você pousa mariposa morna lisa o sangue encharca a camisa você me faz parecer menos só menos sozinho você me faz parecer menos pó menos pozinho quando você diz o que ninguém diz quando você quer o que ninguém quis quando você ousa lousa pra que eu possa ser giz quando você arde alardeia sua teia cheia de ardis quando você faz a minha carne triste quase feliz
Zeca Baleiro - Quase nada (DVD)

Zeca Baleiro - Quase nada {Credits to the person who filmed/made it } De você sei quase nada Pra onde vai ou porque veio Nem mesmo sei Qual é a parte da tua estrada No meu caminho Será um atalho Ou um desvio Um rio raso Um passo em falso Um prato fundo Pra toda fome Que há no mundo Noite alta que revele Um passeio pela pele Dia claro madrugada De nós dois não sei mais nada De você sei quase nada Pra onde vai ou porque veio Nem mesmo sei Qual é a parte da tua estrada No meu caminho Será um atalho Ou um desvio Um rio raso Um passo em falso Um prato fundo Pra toda fome Que há no mundo Se tudo passa com se explica O amor que fica nessa parada Amor chega sem dar aviso Não é preciso saber mais nada
Zeca Pagodinho - Vacilão - Video Clipe

www.baixatones.com Baixe as músicas do Zeca Pagodinho Direto no Celular Aquilo que era mulher Pra não te acordar cedo Saía da cama na ponta do pé Só te chamava tarde sabia teu gosto Na bandeja, café Chocolate, biscoito, salada de fruta Suco de mamão No almoço era filé mignon Com arroz à la grega, batata corada Um vinho do bom No jantar era a mesma fartura do almoço E ainda tinha opção É mas deu mole ela dispensou você Chegou em casa outra vez doidão Brigou com a preta sem razão Quis comer arroz doce com quiabo Botou sal na batida de limão Deu lavagem ao macaco, banana pro porco, osso pro gato Sardinha ao cachorro, cachaça pro pato Entrou no chuveiro de terno e sapato Não queria papo Foi lá no porão, pegou "tres-oitão" Deu tiro na mão do próprio irmão Que quis te segurar Eu consegui te desarmar Foi pra rua de novo Entrou no velório pulando a janela Xingou o defunto, apagou a vela Cantou a viúva mulher de favela Deu um beijo nela O bicho pegou a polícia chegou Um couro levou em cana entrou Ela não te quer mais Bem feito!

































